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Friday, June 24, 2005

 

E já que se fala de África

De um artigo de Aidan Hartley no Spectator (registo gratuíto necessário):

‘Get off the corruption thing,’ says Bob Geldof. The point is that nobody has got on to it properly yet. Aid-giving nations pretend to be tough on corruption, while African leaders pretend to change. Aid bureaucrats care less about financial probity than the press releases claiming that an economy is on a positive reform track. They are not helping Africa’s young entrepreneurs. By throwing fiscal discipline to the wind and shovelling aid at Africa, the international bureaucrats will fuel a new renaissance in corruption.

Meanwhile, NGOs refuse to focus on corruption because it’s simply not a priority for them. They blame corruption on Western multinationals. Charities are ideological museums stuffed with socialists and anti-globalisation activists. They loathe private enterprise. I sometimes wonder if they would prefer to see Africans stay poor so that aid workers could carry on doing good works for them.

Exactamente. O pior dos resultados com a melhor das intenções. Onde é que eu já vi isto?...

Comments:
"Sócrates é de compreensão muito lenta. Dá a ideia de que por ser mais sensível noutro lado, só caga sentenças" - Quitéria Barbuda in "Invertido na Política", Revista "Espírito", nº 5, 2005.

“Um Projecto para Lisboa
Tem como cabeça de cartaz um cidadão que um dia foi apanhado na cama com a mulher de outro, em sexo oral, pelo marido desta, e foi para o Conselho de Ministros com um “olho à Belenenses” e um testículo inchado”- John Holmes in “Ratas Intelectuais”, Revista “Gina”, nº 1024, 2005.

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