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Thursday, August 18, 2005

 

Paz e pacifistas...

No blogue Biblioteca de Babel, Salvador esclarece neste poste a diferença entre os que fazem a paz e os pacifistas:

a paz não se pede. Impõe-se, conquista-se. É um direito pelo qual é preciso lutar para o conquistar. É um direito pelo qual é preciso lutar para o conservar. Por isso á história reconhecerá Churchill. Ao contrário de Chamberlain, anterior primeiro-ministro britânico e Daladier, pela França, Churchill nunca quis negociar a paz. Isso não era negociável. Negociar a paz, para os pacifistas da altura era conceder a Hitler a Checoslováquia, a Áustria e por aí adiante, para que os seus países vivessem em paz.

Estes pacifistas são como alguém que vai deitando os companheiros aos crocodilos na esperança de ser o último a ser comido... Seguindo a velha e (ir)respeitável estratégia do quem vem atrás que feche a porta.

Churchill, durante os anos 30 do século passado, sofreu também todas as acusações que a esquerda ocidental hoje faz a Bush e a Blair. Que fez nos anos 80 a Reagan. E que se resumem ao labéu de warmonger. É pena é que as suas receitas pacifistas, quando aplicadas, apenas tenham provocado igualmente guerra, só que mais longa porque contra inimigos muito mais fortes.

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